sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Coleção

Por:Eduarda
É complicado ser o próximo após o Cleyton Palauro. Falar da própria coleção é um pouco mais complicado ainda. Principalmente no meu caso, que me tornei fã “hardcore” tardiamente, e não cuidei da maneira devida ou passei pra frente alguns itens que hoje são valiosos, como Resident Evil 1 para PC ou uma versão original e do primeiro lote de Resident Evil CODE: Veronica para Dreamcast. Já perdi algumas barganhas por um motivo ou outro e, assim como qualquer colecionador, imagino, me arrependo fortemente de não ter arrematado um produto ou outro. Enfim, sem mais delongas, esta é minha coleção.


Nos games, não tenho nada demais. Ainda pretendo completá-la com, pelo menos, uma versão de cada game. Mas jogos como Outbreak 2 e os Survivors estão se mostrando bem difíceis de se conseguir a essa altura do campeonato, mas ainda assim, confio que um dia ainda os terei na coleção. Vale a pena avisar que não utilizo eBay, e a maioria dos itens da minha coleção foi comprado via Mercado Livre ou em lojas físicas, na época do lançamento. Aqui, meus favoritos (em relação à edição, não ao game em si) são Biohazard Deadly Silence, a edição especial de RE CODE: Veronica e RE The Umbrella Chronicles, este último por questões afetivas.


Nos filmes, nada demais. Nos livros, uma cópia de Resident Evil Archives meio detonada pelo uso (nem mexo nela mais, para conservar), um dos primeiros artbooks da série, Another Side of Biohazard (adoro, e foi baratíssimo. O sujeito não fazia idéia do que estava vendendo) e meus favoritos, o guia de RE5 e o artbook de Degeneration. Como sempre, cito a novelização de RE Extinction, mil vezes melhor que o filme. Keith R.A. DeCandido é um herói, e consegue dar sentido à trama tosca dos filmes. Ainda vou fazer um post sobre as novelizações dele por aqui.


Os itens que mais gosto: as action figures. Foi aqui que minha coleção começou de verdade, quando consegui Ada, Ivy, Forest e o zumbi tenso diretamente dos EUA. Desde então, não parei mais. Passo muita raiva com os pés bizonhos das figuras da Toy Biz, impossí­veis de se deixar em pé. Infelizmente, não tenho nenhuma miniatura da Moby Dick, e por bobeira, não comprei a maioria dos da NECA, achando que eles durariam nas prateleiras. Aqui, meus favoritos são Hunk, Chris de RE5 e o Mercador.


Após a realização das fotos deste post, adquiri também Biohazard Gun Survivor, versões japonesas de Resident Evil 2 e 3 para PsOne e um guia de RE4.

Quer ver sua coleção aqui no blog? Então mande um e-mail, com foto, para morielgomes@yahoo.com

Perguntas constantes:Míseis vs.Wesker

Há muito tempo não fazia mais um post dessa série. Isso por um lado é bom, pois muitas das coisas que eu postava com essa tag eram bobagens absolutas a serem esclarecidas e a falta de “perguntas constantes” na comunidade indicam que esse tipo de idiotice não é mais tão frequente. Ou então, eu que não estou procurando direito. Enfim…
Retorno a um assunto já abordado antes pela Yuna: a morte de Wesker. Mas dessa vez, pego num ponto diferente. Um dos grandes “argumentos” para a sobrevivência de Wesker em Resident Evil 5 é que os mísseis não o teriam atingido, e sim, passado um de cada lado da cabeça do vilão. Isso, claro, nem precisa nem de um esclarecimento, e cai por terra ao se assistir com atenção à cena:

O pior cego é aquele que não quer ver. Está claro na imagem, os torpedos atravessam a cabeça de Wesker, e explodem logo depois. Nosso vilão favorito foi dizimado, virou poeira, não sobrou nem a sombra. Wesker está morto. Finito.
Claro, todos tem direito a gostar ou não disso. É natural, cada um tem seu gosto, e preferências não são erradas. Mas recusar os fatos é errado. Negar aquilo que está claro diante dos olhos é absurdo, e isso não é nada natural. A não ser que você seja cego ou de alguma outra maneira incapaz de assistir às imagens, é simplesmente burrice afirmar que os mísseis não atingiram Wesker, e ainda usar isso como argumento para afirmar que ele está vivo.

RESIDENTE EVIL 5 em WII?

“Não roda nem a tela inicial”. Alguém lembra disso? Foram palavras de Masachika Kawata, respondendo a pergunta acima. Para o produtor de Resident Evil 5, o poder o console da Nintendo jamais teria poder gráfico suficiente para rodar o game. Para quem não se recorda, Kawata completou dizendo que houve grandes avanços gráficos em Resident Evil 5, e que uma versão do jogo para o Nintendo Wii nunca foi sequer uma hipótese remota.
A especulação sobre uma versão de Resident Evil 5 para Wii nunca foi deixada de lado, embora tudo sempre fosse categoricamente descartado. Ainda, a série “Chronicles” supriria as vontades dos fãs de Resident Evil que possuem o console.
De forma bastante contraditória, eis que, durante esta semana, Kazuhiko Abe, chefe de finanças da Capcom Japonesa, admitiu a possibilidade de existir um port de Resident Evil 5 para Wii, e que após o lançamento de games da empresa para Xbox 360 e Playstation 3, eles podem ser levados para o console da Nintendo. Teria esse processo se iniciado com o lançamento de Dead Rising, ateriormente exclusivo do console da Microsoft no Wii?
Já que o texto começou com uma revirada na memória, vamos voltar um pouquinho mais longe, em 2004. Quem não se lembra dos “Sonystas” fervorosos comemorando o dito impossível lançamento de Resident Evil 4 para Playstation 2? Havia a mesma justificativa: os gráficos do console da Sony jamais suportariam um game como RE4. Mas, nessa situação havia outro peso na balança: um contrato de exclusividade da série com a Nintendo.
Deixando de lado “ismos”, preferências e o console que você possui em casa, pense e responda: Você acha possível o lançamento de um port de Resident Evil 5 para Nintendo Wii?

Sapatos vermelhos

Todo o mundo tem uma série nesse blog, só eu que não. Então, bem vindos a dedique uma canção a quem você ama “Está lá, mas você não viu”, que é, nada mais, nada menos, sobre detalhes que normalmente passam despercebidos. Então, se você viu alguma coisa e tem certeza de que não está maluco, mande um email pra morielgomes@yahoo.com que postarei aqui. Vamos começar com um jogo mais recente, RE5, e com dois detalhes interessantes, um mais pras mulheres do que para os homens.
Eletrocardiograma do Spencer:

Durante a animação Dreams of a Madman, na conversa com o Wesker, é possível ver que na cadeira tem um eletrocardiograma muito semelhante aos que existiam no inventário em RE, RE2 e RE3.
E agora, essa é para as mulheres.
Louboutin da Excella:
Se você é uma mulher de verdade, você pelo menos já ouviu falar dos sapatos Louboutin, que, além de ser caríssimos, tem o solado vermelho.
Resumindo: Para os homens e para as mulheres que nunca ouviram falar, é um sapato que só gente “ryca” e muito “phyna”  usa, logo, é a cara da Excella.

Nomes dos personagens antepassados e novos.

Essa semana eu andei dando uma pesquisada sobre o significado dos nomes dos personagens da série. O engraçado é que alguns caem como uma luva, enquanto outros parecem ter um significado totalmente oposto à personalidade de determinados personagens. Já antecipo que não fiz uma lista com todos, já que Resident Evil tem personagem para dar e vender.
Eis o significado do nome de alguns:
Albert
Com origem nos povos germânicos antigos, pode significar “nobre”, “claro” ou “famoso”.
Ada
Ada é, provavelmente, uma forma latina do nome hebraico Adah, citado na bíblia. Significa “ornamento”, “beleza”. Em alemão, pode sigificar “feliz”, “próspero”. Pode ter origem do espanhol Hada, fada em português.
Claire
Claire tem origem francesa, e pode siginificar “clara” ou simplesmente, “luz”.
Chris (Christopher)
Christopher é uma variação inglesa para Cristóvão, que significa “o protador de Cristo”, ou “aquele que leva Cristo consigo”.
Leon
Variante da palavra grega Leo, em português, Leão. Faz referência à bravura e liderança do animal.
Rebecca
Originário do hebraico, siginifica “laço”, “rede” ou ainda, “vaca” e “animal domado com um laço”.
Billy (Bill – William)
É a forma inglesa de Guilherme, que significa “protetor decidido”.
Jill
Variante de Gilian, ou de Juliana, que significa “juvenil”.
Barry
Na origem irlandesa, significa “loiro”; na galesa, significaria “lança afiada”.
Brad
Tem origem no inglês antigo, e significa “largo” (broad).
Sherry
Tem possível origem no francês chérrie, ou “querida”.
Annette
Forma francesa para Ana, que significa “boa” ou “aquela que tem compaixão”.
Carlos
Do germânico, pode siginificar “viril”, ou simplesmente, “homem”.
Steve
Forma abreviada para Steven ou Stephen. No grego, Stephanos, representa o nome do primeiro mártir cristão.
Alfred
No germânico, pode significar “pacificador nobre”. No inglês antigo, “elfo”.
Alexia
Tem origem na palavra grega Alexis, que siginifica “protetora” ou “defensora”.
Sheva
Tem origem no hebraico, e significa “filha da justiça”.
Ozwell
Variante de Oswald, em germânico antigo siginifica “o poder de Deus”.

Conteúdo novo!Nemesis Report


 Desta vez, foi adicionado um novo conteúdo a nossa seção de Reports, o “Nemesis Report”. O documento, lançado de forma meio obscura pela Capcom em uma revista chinesa, conta detalhes do desenvolvimento e do comportamento de Nemesis, a arma biológica que persegue Jill Valentine em Resident Evil 3. ;)

RESIDENTE EVIL 5 tem roupas mas Seys?



A roupa de SHEVA   ela bonita mas ela é bonita,de JILL é muito sey com suas coxas,da ESHELY do residente evil 4 é menos sey mas é bonitinha,a roupa de LION é bonita mas não se compara com a CHIRS ,bem bonita e ãngulada mas eu posso dizer que as personagens dos RESIDENTES EVIL estão ficando ainda mas bonitas e seys  fortes

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

 
 
 
 
 
Avalie a nossa entrevita dessa semana depois irá ter mas entrevistas.

IMAGENS


Clique nas imagens para ampliar





Personagens

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Chris Redfield
O ex-membro dos S.T.A.R.S. foi um dos fundadores da B.S.A.A, e é um de seus integrantes mais brilhantes. Ainda atormentado com a morte de sua parceira Jill Valentine, ele é enviado a Kijuju para capturar Ricardo Irving, que está envolvido em vendas de armas biológicas. Na África, porém, ele irá descobrir verdades sobre eventos passados e, mais uma vez, confrontar Albert Wesker, seu pior inimigo.No começo do jogo ele está indeciso se continua na B.S.A.A, mas no final ele decide: É, vale a pena lutar!

Sheva Alomar
Sheva perdeu os pais devido a um acidente com armas biológicas. Revoltada, ela se juntou a milícias até que encontrou seu lugar na B.S.A.A., onde foi treinada por Josh Stone. Por conhecer Kijuju, foi designada como guia de Chris Redfield, e conta com sua agilidade e habilidade para auxiliá-lo em sua missão de capturar Ricardo Irving.

Albert Wesker
O ex-capitão e traidor dos S.T.A.R.S. está envolvido nos principais incidentes envolvendo B.O.W.s, o grande inimigo de Chris Redfield se alia a Excella Gione e utiliza dos recursos da Tricell Inc. para levar a cabo seu grande plano: impor uma nova ordem mundial. Frio e cada vez mais poderoso, Wesker se considera um deus e acredita que salvar o planeta é sua responsabilidade.

Excella Gionne
Oriunda de uma nobre família européia, Excella é especialista em engenharia genética. Ela se utilizou das informações cedidas por Albert Wesker para chegar ao posto de presidente da sucursal africana da Tricell Inc., continuando assim suas pesquisas interrompidas com o fim da Umbrella Corp. É uma das responsáveis pelo incidente na Zona Autônoma de Kijuju.

Ozwell E. Spencer
Único fundador da Umbrella ainda vivo, Spencer se tornou recluso em um castelo após a queda da Umbrella. O fugitivo é localizado pela B.S.A.A. e por Albert Wesker, que possui negócios pendentes com ele. Por outro lado, o velho também conhece antigos segredos sobre a origem e identidade do vilão, e a captura do foragido se torna um momento decisivo tanto para Wesker quanto para Chris.

Mulher Mascarada
Esta misteriosa agente aparentemente trabalha para a Tricell Inc. e, em sua primeira aparição, frustra a captura de Ricardo Irving. Com movimentos rápidos e agilidade sobre-humana, esta misteriosa figura se relaciona ao passado de Chris Redfield e da própria B.S.A.A.

Ricardo Irving
Suspeito de terrorismo e contrabandista de armas, Ricardo Irving é uma das peças principais do incidente em Kijuju. Gerente da refinaria de petróleo da Tricell Inc., Irving é um homem sarcástico, mentalmente instável e ressente não ser respeitado da maneira que gostaria.Ele se transforma em mostro marinho, mas é morto por Chris e Sheva.

Josh Stone
Líder do Time Delta da B.S.A.A., foi o mentor de Sheva Alomar e a enxerga como uma irmã caçula. Pertencente ao "braço" Oeste Africano da organização, Josh oferece suporte aos protagonistas em diversos momentos da missão.

Alysson
Garota que estava em Kijuju quando os moradores se tornaram assassinos frios.É contaminada pelo parasita Uroboros, mas também é morta por Chris e Sheva

Historia

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Chris Redfield, ex-S.T.A.R.S. e sobrevivente do incidente da mansão, segue na luta contra o legado negro da antiga Umbrella Corporation, vivendo agora com um grande sentimento de culpa pela morte de sua antiga parceira e amiga, Jill Valentine, que foi dada como morta em missão. Após um longo período lutando incansavelmente contra incidentes biológicos, ao lado da atual empresa a qual serve, conhecida como Bioterrorism Security Assesment Alliance(BSAA), que age contra o bioterrorismo.

Em 2008, Chris é enviado a Kijuju, pequena cidade situada na África com a missão de capturar um vendedor de armas biológicas de guerra através do mercado negro, seu nome é Ricardo Irving. Logo no início da aventura, Chris aparenta estar cansado de tanto lutar, e sempre se perguntando se vale mesmo a pena o esforço. Ao chegar em Kijuju, Chris logo conhece sua nova parceira de missão: Sheva Alomar, membro da BSAA na África e grande combatente em campo. Os dois logo se tornam amigos, a ponto de Chris se lembrar do que houve com Jill, e temendo que aconteça algo parecido com Sheva. Mesmo assim, Chris segue sua caçada, e adentra os portões de Kijuju, logo sendo notado pelos estranhos moradores. Eles encontram Reynard Fisher, um infiltrado da BSAA. Ambos recebem as armas e seguem em frente. Quando notam um morador sendo arrastado para uma casa por dois homens. Os homens escapam deixando a vítima para trás. Chris então tenta socorrer o pobre homem, mas ele estranhamente ataca o herói. A dupla é obrigada a executá-lo. Seguindo em frente, uma macabra cena acontece: Fisher é pego pelos moradores e levado para um palanque na praça, sendo decaptado por um enorme homem mascarado. Quando são avistados, Chris e Sheva agora tinham de lutar contra todos os habitantes enfurecidos, que avançaram contra eles. Com o ataque do apoio aéreo, todos os moradores desaparecem.

Ficha técnica

Muitos ainda não tiveram a oportunidade de comprar este ótimo game para PCs Resident Evil 5, que foi lançado a menos de uma semana (no último dia 15 de setembro), então, nada melhor do que ficar por dentro da história e da qualidade do game para decidirem se compram o jogo, que na minha opnião é um excelente game, espero que gostem da matéria dos nossos amigos da Adrenalina!


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  1. Gênero: Ação
  2. Distribuidora: Capcom
  3. Desenvolvedora: Capcom
  4. Plataformas: PC, X360, PS3
  5. Data de lançamento: 15 de Setembro de 2009 (PC)
  6. Multiplayer:Não
  7. Página oficial:http://residenteevil5dosmelhores.blogspot.com/

Ator de "Heroes" será Wesker em "Resident Evil 5"

do Finalboss
A Capcom confirmou que o ator Ken Lally será responsável pela parte de captura de movimentos de Albert Wesker em "Resident Evil 5", um dos mais populares vilões da franquia. Lally já trabalhou em algumas séries de TV como "Heroes", e fez algumas pontas em filmes. E para deixar os fãs curiosos, a empresa afirmou que o personagem voltará em grande estilo, revelando um grande segredo para a série.

"Resident Evil 5" promete seguir as mudanças introduzidas pelo seu antecessor direto, que ficou mais voltado à ação. O game introduz novidades, como um modo cooperativo online. Dando continuidade à dinastia de mulheres fortes na franquia, como Jill Valentine, Rebecca Chambers e Ada Wong, o game apresenta uma nova personagem: Sheva Alomar, agente da mesma organização a qual pertence Chris, a BSAA.

De ascendência africana, ela é bela e perigosa, com inteligência apurada e vasto treinamento em armas de fogo, além de ser exímia lutadora. A agente aparece usando ao menos três armas diferentes, entre pistola, espingarda do tipo "shotgun" e rifle de precisão.

O lançamento de "Resident Evil 5" está marcado para o dia 13 de março no Xbox 360 e PlayStation 3.
'Maníaco da serra-elétrica'
Desde o excelente "Resident Evil 4", jogo lançado originalmente em 2005 para Gamecube, os fãs da celebrada franquia da Capcom estão à espera de um novo capítulo oficial para tentar desvendar mais mistérios de sua complexa trama e, claro, explodir cabeças de zumbis implacáveis. Demorou um bocado, mas finalmente "Resident Evil 5" está entre nós, trazendo várias melhorias à sua fórmula e algumas boas novidades , aprofundando-se ainda mais em sua mitologia ao amarrar pontas soltas do game de quatro anos atrás e também de "Resident Evil: The Umbrella Chronicles" - jogo de tiro para Wii de 2007, que também se encaixa no cânone da grife.

Uma aventura na África

O novo capítulo da saga volta a se concentrar na figura de Chris Redfield, introduzido ainda o primeiro jogo da série. Depois de desmantelar a corporação Umbrella, responsável por experiências que levavam a mutações horrendas em humanos e animais, o herói se empenha na luta contra o tráfico de tais experimentos, usados com armas biológicas por terroristas e outros grupos criminosos.

Sua mais recente missão o envia a um país fictício do continente africano para investigar uma nova epidemia - muito parecida com a relatada por Leon Kennedy em "Resident Evil 4", quando teve que resgatar a filha do presidente dos EUA das garras de um culto misterioso na Espanha. Como integrante da agência antibioterrorismo BSAA, Chris se alia a uma agente local, a atlética Sheva Alomar, e parte em uma jornada que, no fim das contas, não se limita a estudar as origens da infecção e explora todo o passado da franquia, assim como personagens muito queridos pelos fãs.

Fuga cinematográfica
A trama é com certeza o grande trunfo do game, capaz de absorver não só os fãs de longa data da série, mas também marinheiros de primeira viagem. Como este já é o oitavo título canônico e alguns eventos passados podem estar apagados na memória dos veteranos , o jogo traz arquivos em texto sobre a mitologia completa da franquia para relembrar fatos e situar os novatos. Isto é importante porque a narrativa não se acanha em despejar referências a jogos anteriores ou apresentar flashbacks reveladores, mantendo o importante senso de progressão da série - já se foram treze anos desde o primeiro "Resident Evil" e ainda curtimos a história introduzida por ele, com suas várias reviravoltas e conspirações.

Parceiros em sintonia

O grande chamariz deste "Resident Evil 5" é o sistema de parceria entre Chris e Sheva, algo que foi introduzido em "Resident Evil 0" para Gamecube e aqui funciona de maneira mais dinâmica. Jogando sozinho, o usuário controla Chris enquanto o computador se encarrega de Sheva, utilizando duas posturas diferentes, uma mais agressiva e outra de cobertura. A moça é bastante útil não só nos combates, mas também na exploração dos cenários para a resolução de puzzles - podemos ajudar a heroína, por exemplo a subir, em uma plataforma de difícil alcance para encontrar a saída.

Infelizmente o computador não é lá muito esperto e coloca Sheva como uma verdadeira cria do Rambo. Ela não hesita em gastar balas, granadas e spray de primeiros socorros ao menor sinal de perigo, o que pode comprometer seu estoque para momentos mais críticos, como os combates contra os chefes. É necessária cautela ao utilizar o novo sistema de inventário em tempo real e dar a ela somente o essencial para uma cobertura efetiva, sob o risco de desperdiçar itens valiosos em confrontos banais.

Talvez por isso o jogo seja tão viciante em multiplayer, com dois amigos controlando os protagonistas. Embora não seja um processo muito intuitivo offline - é necessário que o segundo jogador pressione start durante uma partida em andamento para poder entrar, já que a opção não aparece no menu inicial - é bastante compensador. Dá para estranhar um pouco a divisão da tela, que fica preta e mostra duas telas um pouco distantes uma da outra, similares ao efeito PIP (Picture in Picture) de televisores. Mas ao se acostumar com o efeito, com certeza tudo fica mais interessante, ágil e entrosado. O mesmo esquema pode ser repetido online, o que se mostrou igualmente interessante.

Flexionando os músculos

Chefão em ação
A apresentação de "Resident Evil 5" também segue a tradição da série ao entregar visuais sensacionais e um forte clima cinematográfico, que aproveitam bem os músculos dos consoles. Trechos não-interativos conseguem bombear vida ao enredo, enquanto gráficos espetaculares chamam a atenção em todos os cantos, com texturas de alta qualidade e ótimos efeitos de luz e partículas. Há uma grande riqueza de locais - desde minas, tribos, manguezais, portos e ambientes industriais - e também de inimigos, que surpreendem pela vivacidade e caracterização.

O áudio também é bastante complexo, aproveitando-se de vários canais para bombardear os ouvidos do jogador com informações por todos os cantos, causando um envolvimento digno de filmes como "Falcão Negro em Perigo" - para citar uma das várias semelhanças. Só mesmo a dublagem deixa um pouco a desejar, ainda mantendo um certo ar de canastrice dos primeiros exemplares, com várias frases feitas e reações pouco convincentes.

Há ainda vários elementos extras a serem habilitados, como o tradicional minigame "Mercenaries", além de roupas extras e outros segredos revelados com o término do jogo, que induzem o jogador a encarar tudo novamente sem pestanejar.

Tradições intocadas

Além das mudanças de mecânica trazidas pelo esquema de parceria, há uma tentativa de aproximar mais o jogo da ação com várias situações de combate contra múltiplos inimigos, se focando menos na resolução daqueles problemas inverossímeis do passado - como encontrar partes de estátuas que abrem passagens secretas nos lugares menos prováveis - ainda que alguns trechos similares ainda estejam presentes.

Revelação surpreendente
Infelizmente ela é pouco eficiente, se baseando somente em esquemas de controles novos (opcionais) que se assemelham ao de jogos como "Gears of War", além do próprio posicionamento da câmera, que limita a visão à direita do jogador ao se posicionar sobre o ombro do herói. O problema é que, além ter a visão do lado esquerdo comprometida, você tem o reflexo natural de controlar Chris (ou Sheva) como Marcus Fenix, quando eles não possuem a mesma agilidade do herói futurista da Epic. Há ainda resquícios do tal "controle de tanque", aquele que obrigava obrigando o personagem ter que girar em torno do próprio eixo para mudar de direção e ter que parar para atirar.

É algo que não deve incomodar os veteranos da série, mas pode irritar aqueles acostumados com toda a agilidade e rapidez dos jogos de tiros modernos. De qualquer forma parece ter sido uma atitude planejada da Capcom - como foi confirmado em entrevistas pelo produtor Jun Takeuchi - para travar um pouco o personagem e criar tensão de forma artificial. Como não há muitos momentos de real suspense na trama e a preocupação em estocar munição foi bastante reduzida, o sufoco agora reside na limitação dos personagens em reagir aos constantes ataques inimigos, que vem de todos os lados. É uma aposta um pouco preguiçosa, há de se admitir, mas que acaba funcionando como planejado - há muitos momentos de sufoco quando se você se vê incapaz de se proteger e reagir das agressões rapidamente.

Sheva Alomar é heroína de "Resident Evil 5"

Sheva Alomar é heroína de "Resident Evil 5"

Resident Evil 5 (Xbox 360)

302 imagens

* LeiaFicha
* LeiaAnálise
* Onde assistirPrévia
* VideoVídeos

A revista japonesa Famitsu revelou a identidade da parceira misteriosa do protagonista Chris em "Resident Evil 5", continuação game de "horror de sobrevivência" que pela primeira vez chega ao Xbox 360 e PlayStation 3.

Dando continuidade à dinastia de mulheres fortes na franquia - Jill Valentine, Rebecca Chambers e Ada Wong são algumas dessas heroínas -, Sheva Alomar é agente da mesma organização à qual pertence Chris, a BSAA. De ascendência africana, ela é bela e perigosa, com inteligência apurada e vasto treinamento em armas de fogo, além de ser exímia lutadora. A agente aparece usando ao menos três armas diferentes, entre pistola, espingarda do tipo "shotgun" e rifle de precisão.

"Resident Evil 5" promete seguir as mudanças introduzidas pelo seu antecessor direto, que ficou com muito mais ação. O game pode introduzir novidades, como um modo cooperativo online. Por ora, a Capcom não anunciou uma data de lançamento para o game, mas de acordo com um relatório financeiro da companhia, o título está planejado para sair até março de 2009.

"Resident Evil 5" vendeu mais de 4 milhões no atacado do Finalboss

"Resident Evil 5" vendeu mais de 4 milhões no atacado
do Finalboss
Resident Evil 5 (Xbox 360)

302 imagens

* LeiaFicha
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A Capcom anunciou que enviou para o mundo cerca de quatro milhões de cópias de "Resident Evil 5", o mais recente episódio de sua série de horror de sobrevivência - que dessa vez traz mais foco para a ação. O título foi lançado no Brasil na última sexta-feira (13) para Xbox 360 e PlayStation 3.

"Graças ao motor proprietário da companhia, o MT Framework, a Capcom pode tornar 'Resident Evil 5' um título multiplataforma, dando a um grande número de jogadores a oportunidade de aproveitar o jogo", afirmou a companhia.

Por ora, esses quatro milhões de unidades representam a remessa para as lojas, e não o que foi vendido efetivamente para os consumidores. A Capcom recentemente disse que a demonstração de "Resident Evil 5", disponível para Xbox 360 e PlayStation 3, foi baixada quatro milhões de vezes.

Assim, a franquia "Resident Evil" chega agora a marca de 40 milhões cópias enviadas globalmente desde o lançamento do primeiro título, em 1996. Trata-se da série mais popular da Capcom, à frente de "Street Fighter" e "Megaman".

No coração da África

"Resident Evil 5" segue as mudanças introduzidas pelo seu antecessor direto, que ficou com muito mais ação. O game traz mais esquema de controles: alguns são baseados no antecessor, mas também já configurações que lembram a de um jogo de tiro em primeira pessoa.

Dando continuidade à dinastia de mulheres fortes na franquia - Jill Valentine, Rebecca Chambers e Ada Wong são algumas dessas heroínas -, "Resident Evil 5" apresenta uma nova personagem: Sheva Alomar, agente da mesma organização à qual pertence Chris, a BSAA. De ascendência africana, ela é bela e perigosa, com inteligência apurada e vasto treinamento em armas de fogo, além de ser exímia lutadora.

CONSIDERAÇÕES

"Resident Evil 5" é um ótimo capítulo da tradicional franquia de terror da Capcom, explorando de forma instigante a mitologia da série, com um apresentação caprichada e boa sinergia entre os protagonistas nos vários momentos de ação. Há muito conteúdo a ser descoberto, o que fará com que fãs joguem a campanha principal repetidas vezes, principalmente quando o modo multiplayer se revela tão interessante. Infelizmente os controles são antiquados, mantidos assim propositalmente para acentuar a tensão dos tiroteios, o que não deve agradar os novatos acostumados com jogos mais ágeis. Mas é obrigatório para os fãs, que deverão encontrar aqui um episódio que não deixa nada a dever aos anteriores.

Residente evil 5

Infelizmente o computador não é lá muito esperto e coloca Sheva como uma verdadeira cria do Rambo. Ela não hesita em gastar balas, granadas e spray de primeiros socorros ao menor sinal de perigo, o que pode comprometer seu estoque para momentos mais críticos, como os combates contra os chefes. É necessária cautela ao utilizar o novo sistema de inventário em tempo real e dar a ela somente o essencial para uma cobertura efetiva, sob o risco de desperdiçar itens valiosos em confrontos banais.

Talvez por isso o jogo seja tão viciante em multiplayer, com dois amigos controlando os protagonistas. Embora não seja um processo muito intuitivo offline - é necessário que o segundo jogador pressione start durante uma partida em andamento para poder entrar, já que a opção não aparece no menu inicial - é bastante compensador. Dá para estranhar um pouco a divisão da tela, que fica preta e mostra duas telas um pouco distantes uma da outra, similares ao efeito PIP (Picture in Picture) de televisores. Mas ao se acostumar com o efeito, com certeza tudo fica mais interessante, ágil e entrosado. O mesmo esquema pode ser repetido online, o que se mostrou igualmente interessante.

Flexionando os músculos



Chefão em ação


A apresentação de "Resident Evil 5" também segue a tradição da série ao entregar visuais sensacionais e um forte clima cinematográfico, que aproveitam bem os músculos dos consoles. Trechos não-interativos conseguem bombear vida ao enredo, enquanto gráficos espetaculares chamam a atenção em todos os cantos, com texturas de alta qualidade e ótimos efeitos de luz e partículas. Há uma grande riqueza de locais - desde minas, tribos, manguezais, portos e ambientes industriais - e também de inimigos, que surpreendem pela vivacidade e caracterização.

O áudio também é bastante complexo, aproveitando-se de vários canais para bombardear os ouvidos do jogador com informações por todos os cantos, causando um envolvimento digno de filmes como "Falcão Negro em Perigo" - para citar uma das várias semelhanças. Só mesmo a dublagem deixa um pouco a desejar, ainda mantendo um certo ar de canastrice dos primeiros exemplares, com várias frases feitas e reações pouco convincentes.

Há ainda vários elementos extras a serem habilitados, como o tradicional minigame "Mercenaries", além de roupas extras e outros segredos revelados com o término do jogo, que induzem o jogador a encarar tudo novamente sem pestanejar.

Tradições intocadas

Além das mudanças de mecânica trazidas pelo esquema de parceria, há uma tentativa de aproximar mais o jogo da ação com várias situações de combate contra múltiplos inimigos, se focando menos na resolução daqueles problemas inverossímeis do passado - como encontrar partes de estátuas que abrem passagens secretas nos lugares menos prováveis - ainda que alguns trechos similares ainda estejam presentes.



Revelação surpreendente


Infelizmente ela é pouco eficiente, se baseando somente em esquemas de controles novos (opcionais) que se assemelham ao de jogos como "Gears of War", além do próprio posicionamento da câmera, que limita a visão à direita do jogador ao se posicionar sobre o ombro do herói. O problema é que, além ter a visão do lado esquerdo comprometida, você tem o reflexo natural de controlar Chris (ou Sheva) como Marcus Fenix, quando eles não possuem a mesma agilidade do herói futurista da Epic. Há ainda resquícios do tal "controle de tanque", aquele que obrigava obrigando o personagem ter que girar em torno do próprio eixo para mudar de direção e ter que parar para atirar.

É algo que não deve incomodar os veteranos da série, mas pode irritar aqueles acostumados com toda a agilidade e rapidez dos jogos de tiros modernos. De qualquer forma parece ter sido uma atitude planejada da Capcom - como foi confirmado em entrevistas pelo produtor Jun Takeuchi - para travar um pouco o personagem e criar tensão de forma artificial. Como não há muitos momentos de real suspense na trama e a preocupação em estocar munição foi bastante reduzida, o sufoco agora reside na limitação dos personagens em reagir aos constantes ataques inimigos, que vem de todos os lados. É uma aposta um pouco preguiçosa, há de se admitir, mas que acaba funcionando como planejado - há muitos momentos de sufoco quando se você se vê incapaz de se proteger e reagir das agressões rapidamente.

Residente evil 5


Parceiros em sintonia

O grande chamariz deste "Resident Evil 5" é o sistema de parceria entre Chris e Sheva, algo que foi introduzido em "Resident Evil 0" para Gamecube e aqui funciona de maneira mais dinâmica. Jogando sozinho, o usuário controla Chris enquanto o computador se encarrega de Sheva, utilizando duas posturas diferentes, uma mais agressiva e outra de cobertura. A moça é bastante útil não só nos combates, mas também na exploração dos cenários para a resolução de puzzles - podemos ajudar a heroína, por exemplo a subir, em uma plataforma de difícil alcance para encontrar a saída.

Residente evil 5

Sua mais recente missão o envia a um país fictício do continente africano para investigar uma nova epidemia - muito parecida com a relatada por Leon Kennedy em "Resident Evil 4", quando teve que resgatar a filha do presidente dos EUA das garras de um culto misterioso na Espanha. Como integrante da agência antibioterrorismo BSAA, Chris se alia a uma agente local, a atlética Sheva Alomar, e parte em uma jornada que, no fim das contas, não se limita a estudar as origens da infecção e explora todo o passado da franquia, assim como personagens muito queridos pelos fãs.

Residente evil 5 finalmente na ÁFRICA.


Uma aventura na África

O novo capítulo da saga volta a se concentrar na figura de Chris Redfield, introduzido ainda o primeiro jogo da série. Depois de desmantelar a corporação Umbrella, responsável por experiências que levavam a mutações horrendas em humanos e animais, o herói se empenha na luta contra o tráfico de tais experimentos, usados com armas biológicas por terroristas e outros grupos criminosos.

Desde Residente evil 4....

'Maníaco da serra-elétrica'
Desde o excelente "Resident Evil 4", jogo lançado originalmente em 2005 para Gamecube, os fãs da celebrada franquia da Capcom estão à espera de um novo capítulo oficial para tentar desvendar mais mistérios de sua complexa trama e, claro, explodir cabeças de zumbis implacáveis. Demorou um bocado, mas finalmente "Resident Evil 5" está entre nós, trazendo várias melhorias à sua fórmula e algumas boas novidades , aprofundando-se ainda mais em sua mitologia ao amarrar pontas soltas do game de quatro anos atrás e também de "Resident Evil: The Umbrella Chronicles" - jogo de tiro para Wii de 2007, que também se encaixa no cânone da grife.

Vc pode..


 Quem não gosta de RESIDENTE EVIL 5?

Só sei que muita gente se amarra com esse jogo..mkas tem gente que não gota e odeia.
Não sei por quê de ser pq não sabe joga tem gente que tem xbox360 e não tem o jogo resiente evil 5 pq não gosta marginal que não gosta!So idiota fica parado vendo outras coisas .Eu já zerei e vo zera de novo!
Pra quem é viciado em RESIDENTE EVIL 5 ...Esse jogo é MARAVILHOSO!!

Eu recomendo !

Residente evil 5

Me infecto...